PÁTRIA AMADA BRASIL !

CUIDADO COM "ELES" NO PODER !!!  "ELES" ACABAM COM A NOSSA LIBERDADE !!!

Enviado por: Ceminha

PORQUE ELES SABEM...
Marli Nogueira (Juíza do Trabalho em Brasília)

 


Há anos venho acompanhando as notícias sobre o desmantelamento das  Forças Armadas e sobre a relutância dos governos de FHC e de Lula em  reajustar dignamente os salários dos militares. O cidadão ingênuo até  pensaria que os sucessivos cortes no orçamento do Ministério da Defesa e a  insistência em negar os reajustes salariais à categoria poderiam, mesmo, decorrer   de uma contenção de gastos, dessas que as pessoas honestas costumam fazer para   manter em equilíbrio o binômio receita/despesa, sem comprometer a dignidade de sua existência.

Mas depois de tanto acompanhar o noticiário nacional, certamente já  ficou fácil perceber que não é esse o motivo que leva o governo a esmagar a  única instituição do país que se pauta pela ampla, total e irrestrita  seriedade de seus integrantes e que, por isso mesmo, goza do respaldo  popular, figurando sempre entre as duas ou três primeiras colocadas nas pesquisas sobre credibilidade.

A alegação de falta de dinheiro é de todo improcedente ante os  milhões (ou bilhões?) de reais que se desviaram dos cofres públicos para os  ralos da corrupção política e financeira, agora plenamente demonstrada   pelas CPMIs em andamento no Congresso Nacional.

O reajuste salarial concedido à Polícia Militar do Distrito  Federal, fazendo surgir discrepâncias inadmissíveis entre a PM e as Forças  Armadas para os mesmos postos, quando o dinheiro provém da mesma fonte  pagadora - a União -, cria uma situação constrangedora para os que integram   uma carreira que sempre teve entre suas funções justamente a de orientar  todas as Polícias Militares do país, consideradas forças auxiliares e  reserva do Exército (art. 144, § 6º da Constituição Federal).

Mas agora a charada ficou completamente desvendada. E se você,  leitor, quer mesmo saber por que raios o governo vem massacrando as Forças  Armadas e os militares, a ponto de o presidente da República sequer   receber seus Comandantes para juntos discutirem a questão, eu lhe digo sem  rodeios: é por pura inveja e por medo da comparação que, certamente, o   povo já começa a fazer entre os governos militares e os que os sucederam.

Eis algumas das razões dessa inveja e desse medo:

1) Porque esses políticos (assim como os "formadores de opinião"), que  falam tão mal dos militares, sabem que estes passam a vida inteira  estudando o Brasil - suas necessidades, os óbices a serem superados e as  soluções para os seus problemas - e, com isso, acompanham perfeitamente o  que se passa no país, podendo detectar a verdadeira origem de suas mazelas e também as suas reais potencialidades. Já os políticos  profissionais - salvo exceções cada vez mais raras - passam a vida tentando  descobrir uma nova fórmula de enganar o eleitor e, quando eleitos, não têm  a menor ideia de por onde começar a trabalhar pelo país porque desconhecem  por completo suas características, malgrado costumem, desde a candidatura, deitar falação sobre elas como forma de impressionar o público. Sem falar nos mais desonestos, que, além de não saberem nada sobre a terra que  pretendem governar ou para ela legislar, ainda não têm o menor desejo de   aprender o assunto. Sua única preocupação é ficar rico o mais rápido possível   e gastar vultosas somas de dinheiro (público, é claro) em demonstrações de luxo  e ostentação.

2) Porque eles sabem que durante a "ditadura" militar havia projetos para o  país, todos eles de longo prazo e em proveito da sociedade como um todo, e  não para que os governantes de então fossem aplaudidos em comícios (que,  aliás, jamais fizeram)   ou ganhassem vantagens indevidas no futuro.

3) Porque eles sabem que os militares, por força da profissão, passam, em  média, dois anos em cada região do Brasil, tendo a oportunidade de conhecer  profundamente os aspectos peculiares a cada uma delas, dedicando-se a  elaborar projetos para o seu desenvolvimento e para a solução dos problemas  existentes. Projetos esses, diga-se de passagem, que os políticos, é   lógico, não têm o mínimo interesse em conhecer e implementar.

4) Porque eles sabem que dados estatísticos são uma das ciências militares  e, portanto, encarados com seriedade pelas Forças Armadas e não como meio  de manipulação para, em manobra tipicamente orwelliana, justificar o   injustificável em termos de economia, educação, saúde, segurança, emprego,  índice de pobreza, etc.

5) Porque eles sabem que os militares tratam a coisa pública com  parcimônia, evitando gastos inúteis e conservando ao máximo o material de  trabalho que lhes é destinado, além de não admitirem a negligência ou a   malícia no trabalho, mesmo entre seus pares. E esses políticos por certo   não suportariam ter os militares como espelho a refletir o seu próprio  desperdício e a sua própria incompetência.

6) Porque eles sabem que os militares, ao se dirigirem ao povo, utilizam um  tom direto e objetivo, falando com honestidade, sem emprego de palavras  difíceis ou de conceitos abstratos para enganá-lo.

7) Porque eles sabem que os militares trabalham duro o tempo todo, embora seu trabalho seja excessivo, perigoso e muitas vezes insalubre, mesmo  sabendo que não farão jus a nenhum pagamento adicional, que, de resto,  jamais lhes passou pela cabeça pleitear.

8) Porque eles sabem que para os militares tanto faz morar no Rio de  Janeiro ou em Picos, em São Paulo ou em Nioaque, em Fortaleza ou em Tabatinga porque seu amor ao Brasil está acima de seus anseios pessoais.

9) Porque eles sabem que os militares levam uma vida austera e cultivam  valores  completamente apartados dos prazeres contidos nas grandes grifes,  nas mansões de luxo ou nas contas bancárias no exterior, pois têm  consciência de que é mais importante viver dignamente com o próprio salário  do que nababescamente com o dinheiro público.

10) Porque eles sabem que os militares têm companheiros de farda em todos  os cantos do país, aos quais juraram lealdade eterna, razão por que não  admitem que deslize algum lhes retire o respeito mútuo e os envergonhe.

11) Porque eles sabem que, por necessidade inerente à profissão, a atuação   dos militares se baseia na confiança mútua, vez que são treinados para a  guerra, onde ordens emanadas ou cumpridas de forma equivocada podem  significar a perda de suas vidas e as de seus companheiros, além da derrota  na batalha.

12) Porque eles sabem que, sofrendo constantes transferências, os militares  aprendem, desde sempre, que sua família é composta da sua própria e da de seus colegas de farda no local em que estiverem, e que é com esse convívio  que também aprendem a amar o povo brasileiro e não apenas os parentes ou  aqueles que possam lhes oferecer, em troca, algum tipo de vantagem.

13) Porque eles sabem que os militares jamais poderão entrar na carreira  pela "janela" ou se tornar capitães, coronéis ou generais por algum tipo de  apadrinhamento, repudiando fortemente outro critério de ingresso e de  ascensão profissional que não seja baseado no mérito e no elevado grau de  responsabilidade, enquanto que os maus políticos praticam o nepotismo, o   assistencialismo, além de votarem medidas meramente populistas para manterem o povo sob o seu domínio.

14) Porque eles sabem que os militares desenvolvem, ao longo da carreira,  um enorme sentimento de verdadeira solidariedade, ajudando-se uns aos  outros a suportar as agruras de locais desconhecidos - e muitas vezes  inóspitos -, além das saudades dos familiares de sangue, dos amigos de  infância e de sua cidade natal.

15) Porque eles sabem que os militares são os únicos a pautar-se pela  grandeza do patriotismo e a cultuar, com sinceridade, os símbolos nacionais  notadamente a nossa bandeira e o nosso hino, jamais imaginando  acrescentar-lhes cores ideológico-partidárias ou adulterar-lhes a forma e o  conteúdo.

16) Porque eles sabem que os militares têm orgulho dos heróis nacionais   que, com a própria vida, mantiveram íntegra e respeitada a terra   brasileira e que esses heróis não foram fabricados a partir de interesses  ideológicos já que, não dependendo de votos de quem quer que seja, nunca  precisaram os militares agarrar-se à imagem romântica de um guerrilheiro ou  de um traidor revolucionário para fazer dele um símbolo popular e uma   bandeira de campanha.

17) Porque eles sabem que para os militares o dinheiro é um meio, e não um  fim em si mesmo. E que se há anos sua situação financeira vem se degradando por culpa de governos inescrupulosos que fazem do verbo inútil - e não de  atos meritórios - o seu instrumento de convencimento a uma população em  grande parte ignorante, eles ainda assim não esmorecem e nem se rendem à  corrupção.

18) Porque eles sabem que se alguma corrupção existiu nos governos  militares, foi ela pontual e episódica, mas jamais uma estratégia política  para a manutenção do poder ou o reflexo de um desvio de caráter a  contaminá-lo por inteiro.

19) Porque eles sabem que os militares passam a vida estudando e  praticando, no seu dia a dia, conhecimentos ligados não apenas às  atividades bélicas, mas também ao planejamento, à administração, à  economia o que os coloca em um nível de capacidade e competência muito  superior ao dos políticos gananciosos e despreparados que há pelo menos 20  anos nos têm governado.

20) Porque eles sabem que os militares são disciplinados e respeitam a  hierarquia, ainda que divirjam de seus chefes, pois entendem que eles são  responsáveis e dignos de sua confiança e que não se movem por motivos  torpes ou por razões mesquinhas.

21) Porque eles sabem que os militares não se deixaram abater pelo massacre  constante de acusações contra as Forças Armadas, que fizeram com que uma  parcela da sociedade (principalmente a parcela menos esclarecida)  acreditasse que eles eram pessoas más, truculentas, que não prezam a  democracia, e que por dá cá aquela palha estão sempre dispostos a  perseguir e a torturar os cidadãos de bem, quando na verdade apenas cumpriram o seu dever, atendendo ao apelo popular para impedir a  transformação do Brasil em uma ditadura comunista como Cuba ou a antiga  União Soviética, perigo esse que já volta a rondar o país.

22) Porque eles sabem que os militares cassaram muitos dos que hoje estão  envolvidos não apenas em maracutaias escabrosas como também em um golpe de  Estado espertamente camuflado de "democracia" (o que vem enfim revelar e  legitimar, definitivamente, o motivo de suas cassações), não interessando ao  governo que a sociedade perceba a verdadeira índole desses  guerrilheiros-políticos aproveitadores, que não têm o menor respeito pelo  povo brasileiro. Eles sabem que a comparação entre estes últimos e os  governantes militares iria revelar ao povo a enorme diferença entre quem  trabalha pelo país e quem trabalha para si próprio.

23) Porque eles sabem que os militares não se dobraram à mesquinha ação da  distorção de fatos que há mais de vinte anos os maus brasileiros impuseram  à sociedade, com a clara intenção de inculcar-lhe a ideia de que os  guerrilheiros de ontem (hoje corruptos e ladrões do dinheiro público)  lutavam pela "democracia", quando agora já está mais do que evidente que o  desejo por eles perseguido há anos sempre foi - e continua sendo - o de  implantar no país uma regime totalitário, uma ditadura mil vezes pior do  que aquelas que eles afirmam ter combatido.

24) Porque eles sabem que os militares em nada mudaram sua rotina  profissional, apesar do sistemático desprezo com que a esquerda sempre  enxergou a inegável competência dos governos da "ditadura", graças aos  quais o país se desenvolveu a taxas nunca mais praticadas, promovendo a  melhoria da infraestrutura, a segurança, o pleno emprego, fazendo, enfim,  com que o país se destacasse como uma das mais potentes economias do mundo,   mas que ultimamente vem decaindo a olhos vistos.

25) Porque eles sabem que os militares se mantêm honrados ao longo de toda   a sua trajetória profissional, enquanto agora nos deparamos com a  descoberta da verdadeira face de muitos dos que se queixavam de terem sido  cassados e torturados, mas que aí estão, mostrando o seu caráter abjeto e  seus pendores nada democráticos.

26) Porque eles sabem que os militares representam o que há de melhor em  termos de conduta profissional, sendo de se destacar a discrição mantida  mesmo frente aos atuais escândalos, o que comprova que, longe de terem  tendências para golpes, só interferem - como em 1964 - quando o povo assim  o exige.

27) Porque eles sabem que os militares, com seus conhecimentos e dedicação  ao Brasil, assim como Forças Armadas bem equipadas e treinadas, são um  estorvo para quem deseja implantar um regime totalitarista entre nós, para  tanto se valendo de laços ilegítimos com ditaduras comunistas como as de  Cuba e de outros países, cujos povos vêm sua identidade nacional se  perder de forma praticamente irrevogável, seu poder aquisitivo reduzir-se aos mais baixos patamares e sua liberdade ser impiedosamente comprometida.

28) Porque eles sabem que os militares conhecem perfeitamente as causas de  nossos problemas e não as colocam no FMI, nos EUA ou em qualquer outro  lugar fora daqui, mas na incompetência, no proselitismo e na desonestidade  de nossos governantes e políticos profissionais.

29) Porque sabendo que ninguém pode enganar todo mundo o tempo todo, o  governo temia que esses escândalos, passíveis de aflorar a qualquer  momento pudessem provocar o chamamento popular da única instituição capaz  de colocar o país nos eixos e fazer com que ele retomasse o caminho da  competência, da segurança e do desenvolvimento.

30) Porque eles sabem, enfim, que todo o mal que se atribui aos militares e  às Forças Armadas - por maiores que sejam seus defeitos e limitações - não  tem respaldo na Verdade histórica que um dia há de aflorar. E, graças a  Deus, esse processo já começou!


Por M
arli Nogueira (Juíza do Trabalho em Brasília)

 
 
Página Principal

Old
Guest Book

Assine meu novo Livro de Visitas
Free Guestbook from Bravenet.com
Antigo
Livro de Visitas

 
Contador de visitas
compteur de visite
Contador de visitas