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Poeta: Anna Paes
     
Texto: Imune Imunidade
     

(Minhas lágrimas de outrora
Perdidas nas fímbrias de teu manto, esgotaram-se.
Olho-te porque és meu prazer e minha luz
Porque és o facho de luz translúcida que meu ser todo  ilumina
Quisera poder escrever-te claramente, para que entendas afinal,
que és meu bem querer- Anna Paes)
 
Quando o vento  pulou minha janela
E espalhou meus  desejos no lençol
Percebi que já não estava mais  imune,
Aos olhos  que nos sonhos me fitavam.
E eu, que dizia não  sonhar,
Me pus a sorrir imaginando versos,
Sentia que a antiga imunidade se desfazia
Em névoa plúmbea pelo quarto.
Me envolvi na magia do momento,
Me perdi em doces devaneios
E feliz me entreguei tão vulnerável
À lembrança de seus versos,
de seus olhos, de seus beijos.
 
Anna Paes
 
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