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Poetisa: Silvana Cervantes
     
Texto: Grito
     
As palavras não calam...
Rasgam as sedas
já tão roídas, tão doloridas...
Palavras certas?
Não sei...
Não importa!
É pela boca que a alma transborda
e depois que derrama, sossega...
Por isso não calo,
 e falo da água, tão fresca, tão pura
que cai da boca
molhando os seios suados,
dos tremores do corpo
dentro do vestido curto,
do peito que bate insistente
ao te ver passar pela frente...
Falo da ânsia desesperada,
num grito de alerta, assim,
como quem não quer nada.
Depois, sigo... Calada.
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