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AUTO HEMOTERAPIA

CAPIXABAS QUEREM TÉCNICA QUE AUMENTA 4 VEZES
IMUNIDADE À DOENÇAS


Dr. Luiz Moura

 

Capixabas querem técnica que aumenta em 4 vezes imunidade à doenças

 
Ubervalter Coimbra
 
Os capixabas estão procurando médicos que prescrevem a autohemoterapia. A técnica permite o aumento da imunidade em mais de 4 vezes, permitindo a cura das doenças provocadas por vírus, bactérias e fungos. Permite ainda a cura de alérgicas e até de doenças autoimunes, como o lúpus e a artrite reumatóide. O custo do tratamento é o de uma seringa descartável.

O principal especialista brasileiro em autohemoterapia, o médico Luiz Moura, explica a técnica: "É um recurso terapêutico de baixo custo, simples, que se resume em retirar sangue de uma veia e aplicar no músculo, estimulando assim o Sistema Retículo-Endotelial (S.R.E), quadruplicando os macrófagos em todo organismo". Os macrófagos são as células de defesa do organismo às doenças.

A técnica foi descoberta de forma empírica em 1911. Foi aplicada na ocasião "em diversas enfermidades infecciosas, em particular na febre tifóide e em diversas dermatoses". Também foi empregada nesta época em casos de asma, urticária e estados anafiláticos.

Durante décadas, a autohemoterapia foi intensamente empregada. Depois, com a descoberta dos antibióticos, os laboratórios transnacionais conseguiram fazer com que os médicos a esquecessem. Durante décadas, a técnica ficou com uso extremamente restrito.

Agora, com a Internet, a informação sobre o processo de cura, simples e barato, foi divulgada. E, de repente, os relatos das curas com a aplicação da autohemoterapia ganharam o país e o mundo. No Google.com nesta sexta-feira (16) "pesquisar a web com *autohemoterapia*", que tem a mesma grafia em português e espanhol, teve como resultado 9.320 registros.

Ainda neste endereço, pesquisar a web com *Auto-hemotherapy * apontou "13.900" registros. O alemão *Eigentherapie* apontou: "Resultados 1 - 10 de aproximadamente 29.600".

O médico Luiz Moura, no artigo com o título "Auto-Hemoterapia - Estratégia Biomolecular", explica: "A técnica é simples: retira-se o sangue de uma veia comumente da prega do cotovelo e aplica-se no músculo, braço ou nádega, sem nada acrescentar ao sangue. O volume retirado varia de 5 mililitros à 20 mililitros, dependendo da gravidade da doença a ser tratada. O sangue, tecido orgânico, em contato com o músculo, tecido extra-vascular, desencadeia uma reação de rejeição do mesmo, estimulando assim o S.R.E".

E segue o raciocínio: "A medula óssea produz mais monócitos que vão colonizar os tecidos orgânicos e recebem então a denominação de macrófagos. Antes da aplicação do sangue, em média a contagem dos macrófagos gira em torno de 5%. Após a aplicação a taxa sobe e ao fim de 8h chega a 22%. Durante 5 dias permanece entre 20 e 22% para voltar aos 5% ao fim de 7 dias a partir a aplicação da auto-hemoterapia. A volta aos 5% ocorre quando não há sangue no músculo".

E que: "As doenças infecciosas, alérgicas, auto-imunes, os corpos estranhos como os cistos ovarianos, miomas, as obstruções de vasos sangüíneos são combatidas pelos macrófagos, que quadruplicados conseguem assim vencer estes estados patológicos ou pelo menos, abrandá-los. No caso particular das doenças auto-imunes a auto-atrição decorrente da perversão do Sistema Imunológico é desviada para o sangue aplicado no músculo, melhorando assim o paciente".

O médico Luiz Moura, hoje com 81 anos, é o grande responsável pela divulgação das propriedades terapêuticas da reaplicação do próprio sangue do paciente no seu músculo. No seu artigo, lembra que "entre 1943 e 1947, quando cursava a Faculdade Nacional de Medicina" aplicou autohemoterapia nos pacientes que seu pai operava.

E que "depois de formado continuei a aplicar a auto-hemoterapia apenas em casos de acne juvenil e algumas dermatoses de fundo alérgico".

Mas Luiz Moura teve a sorte de acompanhar um tratamento que mudou tudo. Relata: "Entretanto, devo ao Dr. Floramante Garófalo, em 1976, quando este tinha então 71 anos, o conhecimento que resultou em mais abrangência da ação terapêutica da auto-hemoterapia. Em março de 1976 o Dr. Garófalo queixou-se de fortes câimbras em sua perna direita quando caminhava mais de 100 metros.

Sugeri ao colega que procurasse o angiologista, Dr. Antonio Vieira de Melo. Este decidiu fazer arteriografia da femural direita sendo constatada obstrução de cerca de 10 centímetros ao nível do terço médio da coxa direita. O angiologista disse ao Dr. Garófalo que resolveria o problema com uma prótese que substituiria o segmento da artéria femural obstruída.

O Dr. Garófalo disse ao angiologista que "não quero me tornar um homem biônico, amanhã terei outra artéria obstruída e terei que colocar novas próteses". Vou resolver o problema com a auto-hemoterapia.

Eu então me ofereci para fazer as aplicações. Durante 4 meses, de 7 em 7 dias aplicava 10ml de sangue no Dr. Garófalo que então decidiu se submeter à nova arteriografia de femural direita, já que podia caminhar normalmente, porém o Dr. Antonio Vieira de Melo acreditava que era impossível que a artéria estivesse livre da obstrução atribuindo a melhora à sugestão. Repetida a arteriografia, não havia mais nenhuma obstrução na femural direita.

Foi então que o Dr. Garófalo me presenteou com os trabalhos de Jesse Teixeira, de 1940 e de Ricardo Veronesi, de 1976. O estímulo do S.R.E comprovado por Jesse Teixeira e as ações deste bem explicados no trabalho de Ricardo Veronesi explicavam a desobstrução da artéria femural de Garófalo e abriam um enorme campo no tratamento das doenças auto-imunes."

A sorte de Luiz Moura foi então socializada. Ele voltou a empregar a autohemoterapia para tratar um sem número de doenças, sempre com sucesso.

O sucesso de uma técnica de cura para um sem número de doenças, a preço de uma seringa e agulhas descartáveis, teve seu preço. Foi denunciado ao Conselho Regional de Medicina (CRM) do Rio de Janeiro. Sua defesa foi tão simples, como segura. Os 36 de seus colegas que o julgaram, o liberaram inteiramente para fazer as aplicações de autohemoterapia.

A socialização da técnica avança. Em 2004 dois beneficiários do tratamento resolveram produzir um vídeo sobre a autohemoterapia. Convenceram Luiz Moura e fizeram o DVD com o título "Auto-Hemoterapia: Contribuição para a Saúde", onde o médico explica a técnica e seus efeitos. Com a venda do DVD, começa uma nova era para muitos doentes sem esperança de cura pela medicina convencional.

E os brasileiros começaram a divulgar a antiga técnica de cura, colocada no fundo do baú pois contraria os poderosos e bilionários interesses da indústria farmacêutica. A divulgação ganhou grupos de discussão na Internet. E com o Youtuve, o vídeo onde o astro é um médico simples, já octogenário, mas com vivacidade de jovem, falando a linguagem simples do cidadão, é universalmente disponibilizado.

Informações disponibilizadas na internet indicam que o Dr. Luiz Moura, que trabalha no Rio de Janeiro, tem seu consultório na praça Saens Pena, na Tijuca. Consulta, só marcada com meses de antecedência.

O DVD do Dr. Luiz Moura, produzido com a participação e por provável iniciativa de Luis Sarmento e Ana Martinez, é vendido atualmente por Glória. O contato é (21) 2225.4129, ao preço de R$ 40,00.

 
   
No Estado e na Internet, a busca

Nos grupos de discussão sobre autohemoterapia na Internet, como no Orkut, MSN e no Yahoo, a maior busca não é pela confirmação de que o sangue do próprio paciente nele reaplicado, cura. Os relatos sobre cura são encontrados às centenas. Os que os internautas querem saber é onde estão os médicos que conheçam a técnica e prescrevem sua aplicação. Há apelos patéticos sobre quem trata. E depoimentos emocionantes sobre a cura de doenças que matavam, aos poucos, as pessoas acometidas.

Informados de uma técnica desenvolvida em 1.911, amplamente aplicada até a descoberta e desenvolvimento dos antibióticos, e depois colocada no ostracismo por ação dos laboratórios multinacionais e com conivência, omissão, simples desinteresse, ou outros motivos pelos médicos, os pacientes a buscam para aplicação.

Os internautas buscam tratar com o seu próprio sangue, doenças que a alopatia não cura, ou cura, mas a preço que não podem pagar. Querem ainda se tornar capazes de evitar doenças.

Os capixabas ou pessoas que moram no estado também estão à procura de médicos que prescrevam a autohemoterapia. Como é o caso de Maria José Costa Vilela, 51 anos, residente na Cidade Continental, bairro da Serra. Desde 2003 ela se trata, com sucesso, com Homeopatia. Ciência médica com mais de 200 anos, como a autohemoterapia, a Homeopatia enfrenta a ira dos laboratórios multinacionais por ser altamente eficaz na cura das doenças, e extremamente barata.

Agora, através de um exame com ressonância magnética, Maria José Costa Vilela teve diagnosticada uma inflamação na coluna cervical, decorrente de uma uncoartrose. Ao ser informada dos resultados da autohemoterapia afirmou que espera combinar esse tratamento com a Homeopatia. Vai pedir a seu médico que prescreva o tratamento com sangue e está convencida de que ele pode determinar os tratamentos, para potencializar os resultados.

Já Roberto S. já tem história mais longa para contar sobre a autohemoterapia. Residente em Vitória, tem um irmão médico. Graduado na Universidade Federal do Espírito Santo (Ufes), trabalha em Minas Gerais. Ao receber a visita do irmão, relatou que enfrentava uma gripe que permanecia há meses. Seu irmão então prescreveu a autohemoterapia: dez aplicações de cinco mililitros de seu próprio sangue, uma vez por semana.

Roberto relata que procurou um amigo, profissional de saúde, que fez as aplicações. Nas primeiras aplicações a gripe acabou. Não mais gripou. Mas, passados três meses da última aplicação, resolveu voltar à autohemoterapia. Tem como objetivo assegurar a manutenção da sua imunidade em alto nível, como lhe assegurou o irmão médico.

Para obter a receita, seu irmão o remeteu a um antigo colega de faculdade, a quem solicitou a indicação do tratamento. Por confiança no colega, o médico que atua em Vitória fez a prescrição, mesmo sem conhecer a técnica. Roberto então busca uma unidade de saúde da prefeitura de Vitória, para as aplicações.

Nos postos de saúde não encontrou serviço de enfermagem que aceitasse fazer as aplicações, mesmo com a prescrição na mão. Enfrenta um jogo de empurra, que o irritou. Voltou a tomar injeções de seu próprio sangue com o profissional de saúde seu amigo.

Roberto, 61 anos, está certo de que sua imunidade para a gripe é superior à oferecida pela vacina contra a doença. Sua imunidade é desenvolvida por seu próprio corpo, ao reagir a uma suposta e grave agressão produzida pela reintrodução do seu sangue no músculo do braço. A imunidade dura cinco dias. Depois, o organismo reduz a produção dos seus agentes de defesa ao nível normal.

A demanda à aplicação da autohemoterapia é tão grande que em algumas unidades de saúde do município de Vila Velha foram colocados cartazes indicando que naqueles locais não se aplica a autohemoterapia. Na unidade de saúde da Glória, que funciona ao lado de um serviço de pronto atendimento, funcionários de enfermagem afirmam que jamais ouviram falar na técnica e que não aplicam o sangue nos pacientes. Nem se eles tiverem receita médica.

De Minas Gerais, o irmão de Roberto informou que está tratando diversas doenças com a autohemoterapia. Um dos casos é de Doença de Crohn, e dois, de lúpus. O paciente da Doença de Crohn já tem resultados positivos. Os dois outros começaram a tratar há pouco mais de um mês, e ele não teve contato com os pacientes após o início do tratamento.

No Espírito Santo, vários médicos consultados pelo repórter informam que a procura da autohemoterapia se intensificou muito nos últimos meses. Os pacientes recebem informações, via Internet ou por relato dos amigos. Os médicos que conhecem a técnica, em geral os mais antigos, a prescrevem a pedido dos pacientes. Só não falam sobre o assunto.

Uma exceção foi o médico Douglas Puppin. Profissional conhecido na sua especialidade, a dermatologia, ele inicialmente fala ao repórter que não quer publicidade sobre o caso. À ponderação de que não se tratava de fazer publicidade do seu trabalho, e sim de divulgação da técnica de comprovada eficácia para tratar e prevenir doenças, ele concorda em falar sobre o assunto.

Douglas Puppin confirmou que atende aos seus pacientes que querem se tratar com o seu próprio sangue. Mas faz um registro preliminar: "Tenho uma vasta bibliografia em francês sobre a autohemoterapia". Afirma que toda a vida prescreveu o tratamento e assegura que a demanda cresceu muito nos últimos meses.

Outro médico consultado foi o homeopata Júlio César Barbosa. Disse inicialmente não ter experiência sobre a autohemoterapia. Após receber textos sobre a técnica, afirmou que já a estuda.

Júlio Barbosa informou que emprega o próprio sangue do paciente no tratamento de alguns dos seus pacientes, inclusive em casos como de câncer, esses estabilizados há três anos. Mas só que este sangue antes é processado seguindo as leis da Homeopatia, incluindo a dinamização, e que a aplicação é por via oral. "São isoterápicos", explicou, medicamentos homeopáticos produzidos com a técnica desenvolvida pelo brasileiro Roberto Costa.

O homeopata informou que um pesquisador do Paraná está elaborando um protocolo para pesquisar os efeitos da autohemoterapia, rigorosamente de acordo com os princípios da pesquisa científica.

Alguns dos médicos consultados disseram que não têm o menor interesse em saber da autohemoterapia, tampouco dos seus resultados para curar e prevenir doenças.

Outros médicos ouvidos pelo repórter informaram que está sendo preparada uma campanha contra a autohemoterapia, exatamente como as transnacionais da indústria farmacêutica fizeram com a Homeopatia. No Brasil, as empresas usaram a Rede Globo para o ataque aos homeopatas e usuários.

Na Internet, além dos relatos sobre isoterápicos, são abundantes os textos sobre a autohemoterapia combinada com ozônio. Na ozonioterapia, são retirados volumes de sangue que variam de 20-50 a 100-200 mililitros. Depois do tratamento com ozônio, o sangue coletado é devolvido ao paciente.

As aplicações são as mais diversas: vão desde distúrbios circulatórios e arteriais alergias, ao combate a infecções, como acne, furunculose. Atua na imunoativação, ativando células de defesa do organismo. É terapia coadjuvante no câncer e doenças geriátricas. Trata também doenças reumáticas. É terapia adjuvante de câncer. E, em doenças do aparelho digestivo (colites, Crohn) e do fígado, com as hepatites A,B e C e a cirrose viral e alcoólica.

 
       

Leia mais:

  • Clique aqui para ver o DVD "Auto-Hemoterapia: Contribuição para a Saúde", produzido por Luiz Moura, no Youtube.com
     
  • Veja a íntegra dos textos sobre autohemoterapia dos médicos Luiz Moura, Ricardo Veronesi e Jesse Teixeira (em .doc - 62kb). Os textos foram disponibilizados por um médico capixaba. Mas estão também em vários endereços na Internet.
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