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POLÍTICA...
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DEM ACUSA GOVERNO
DE PRATICAR JOGO BAIXO
Fonte: Tribuna da Imprensa

 

Nota minha: Prestem atenção, senhores leitores ! Enquanto o DEM declara posição fechada à PEC/CPMF, em conversa com o Aécio Neves, ouve dele que para aprovação da CPMF (um rombo nos bolsos do contribuinte) até 2011, é preciso que o Governo (entenda-se Presidente Lula) precisa negociar ! É mole ? Depois reclamam porque o Povo quer o FECHAMENTO DO CONGRESSO ! Ora, se a CPMF é uma contribuição espúria e abusiva, que negociação seria motivo para apoiá-la e aprová-la ? O que esses políticos desejam é negociar para obter suas vantagens, enquanto o Povo Brasileiro (aqueles que os elegeram), que se dane ! Por que o Lula quer a permanência da CPMF ? É óbvio ! Para manter sustento aos custos do inchaço da máquina governamental, em detrimento do contribuinte que já não suporta mais a maior carga tributária do planeta ! Como foi que o Lula construiu o "fome zero" ? Destruindo a Classe Média ! A classe trabalhadora que sustenta o país ! Reduzir o custo da gigantesca e dantesca máquina ele não vai !  É claro que para ele é bem mais preferível arrebentar o bolso da população vulnerável e com isso atingir suas "metas" !  Pode ? Pois é...  O Povo está acordando !
Cdor Heraldo Lage
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DEM acusa governo de praticar "jogo baixo"

BELO HORIZONTE - O presidente do DEM, deputado federal Rodrigo Maia (RJ), acusou ontem o governo federal de empreender um "jogo baixo" para tentar aprovar no Senado a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que prorroga a cobrança da Contribuição Provisória sobre Movimentação Financeira (CPMF) até 2011.

Maia também criticou a ofensiva dos ministros Guido Mantega, da Fazenda, e Walfrido dos Mares Guia, de Relações Institucionais, e disse que a relatora do projeto na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), senadora Kátia Abreu (DEM-TO), "vai usar todos os prazos regimentais para atrasar o processo de votação".

"Temos mais de um mês a partir do dia que ela (Kátia Abreu) receber a CPMF para o ministro Walfrido dos Mares Guia e o ministro Mantega continuarem desrespeitando o Congresso Nacional, querendo dar ordens no Congresso, como na semana passada", disse o deputado, após um encontro com o governador de Minas, Aécio Neves, no Palácio das Mangabeiras.

Maia reiterou que a posição do DEM em relação à contribuição é "fechada" e o partido não tem interesse em dialogar com o governo. "Até porque o que o governo tem a oferecer, nós não temos interesse. O governo faz um jogo baixo, um jogo de pressão e de chantagem sobre aqueles que têm base em municípios, chantageando com emendas, oferecendo cargos. Nós não queremos nada disso, nós somos oposição".

Maia destacou que a legenda não admite sequer uma negociação que envolva a repartição da arrecadação da CPMF com estados e municípios. "Entendemos que a partilha nesse momento, com a arrecadação batendo recorde, deve ser com a sociedade", disse. "É uma questão programática do partido".

Para o deputado, o Planalto sinalizou "desespero" quando Mantega falou em aumento de outros tributos - o que chamou de "chantagem" - e Walfrido tentou "ensinar a senadora Kátia Abreu em que prazo ela deve apresentar o relatório". "Se eles estão nesse nível de desespero, precisando inclusive de tirar parlamentares do nosso partido antes do julgamento da fidelidade no TSE, essa semana, é porque eles sabem que o número hoje é insuficiente para o governo vencer a CPMF".

Responsabilidade - Aécio também comentou o assunto e disse que o governo será obrigado a "se movimentar muito" e abrir "um espaço para negociações" com as oposições. "A CPMF é um problema hoje para o governo em razão não apenas da demora do projeto chegar ao Senado da República, mas também por uma certa desarticulação política no Senado em razão de toda essa crise".

Aécio afirmou que ainda não recebeu "nenhum sinal objetivo" do Planalto para iniciar uma negociação e rebateu a cobrança em torno da "responsabilidade" dos governadores de oposição. Segundo ele, os governadores "têm dado grande exemplo de responsabilidade".

"Responsabilidade fiscal, de ajustes fortes que foram feitos em inúmeros desses Estados. Minas é um exemplo, mas outros também viveram processos de ajuste. Vejo com enorme preocupação o alargamento do peso da máquina federal", disse Aécio.

"É preciso que o governo dê alguns sinais. Se for para o embate, para o confronto, acho que terá dificuldades. Se optar por entendimento com os Estados, acho que pode vir algum resultado".
 

 

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