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NOTA A IMPRENSA
MARINHA DO BRASIL
SERVIÇO DE RELAÇÕES PÚBLICAS DA MARINHA
Sobre o SD-FN Luciano Cruz Souza

 

 

----- Original Message -----
From: Graça Salgueiro

Repasso, solicitando que se dê ampla divulgação, uma vez que maus militares, amparados por ONGs espúrias e que professam o credo VERMELHO, têm instigado a onda de revachismo da mídia sonsa, mascarada e farsante que divulga a "versão" dos "torturados" excusando-se a conhecer e divulgar a VERDADE dos fatos, antes de expor as FFAA neste mar de lama e terror que resolveram transformar as Instituições Militares, para encobrir a podridão reinante neste governo comunista.

    Abs, MG 

 

MARINHA DO BRASIL
SERVIÇO DE RELAÇÕES PÚBLICAS DA MARINHA


"NOTA À IMPRENSA"

Brasília, 22 de novembro de 2005.


Referente às reportagens veiculadas na mídia, em 21 de novembro, a respeito de possível prática de tortura contra militar, na área do Comando do Sexto Distrito Naval, em Ladário, MS, presto os seguintes esclarecimentos:

1.
O SD-FN Luciano Cruz Souza, incorporado à Marinha do Brasil (MB) em setembro de 2000, está prestes a ser licenciado do Serviço Ativo da Marinha, por não ter atingido a pontuação e os requisitos estabelecidos de desempenho profissional e atitude militar necessários à sua permanência. Cabe ressaltar que, de cada turma de SD–FN incorporada, a MB seleciona cerca de 30%, dentre os mais pontuados, para permanecer no Serviço Ativo da Marinha.

2.
Quanto à vida pregressa do SD-FN Luciano, na MB, tem sido marcada pela prática de várias contravenções disciplinares, previstas no Regulamento Disciplinar para a Marinha. Além dessas contravenções, o militar responde, ainda, a três processos na Justiça Comum: porte ilegal de arma de fogo; não pagamento de dívidas contraídas no comércio; e agressão praticada contra terceiros.

3. Em 18 de novembro, decorrente de
mais uma contravenção cometida (abandono de serviço), o militar foi conduzido ao Hospital Naval de Ladário (HNLa), por uma escolta, para realizar a inspeção de saúde (procedimento legal de rotina para verificação das condições de saúde de militar, antes do cumprimento de pena disciplinar), a fim de cumprir a pena de dez dias de Prisão Rigorosa, imposta pelo seu Comandante. Aproveitando-se da ida ao HNLa, o SD-FN Luciano tentou empreender uma fuga de maneira violenta, chegando a quebrar uma porta de vidro do hospital. Entretanto, foi alcançado pelos componentes da escolta e, em seguida, imobilizado, algemado e recebido, do Comandante da Escolta, a ordem de Prisão em Flagrante, por insubordinação.

4. Após o ocorrido, o militar foi recolhido ao Grupamento de Fuzileiros Navais de Ladário. O fato foi comunicado, prontamente, ao Ministério Público Militar, à 9º CJM (Circunscrição da Justiça Militar) e à família do referido militar, tendo o comunicado sido recebido pelo Dr. Marcílio Lins, advogado instituído pela família. Lavrado o competente Auto de Prisão em Flagrante, este foi encaminhado à Justiça Militar, no dia 21 de novembro.

5. A partir de sua prisão, o militar passou a receber visitas de familiares, nos dias e horários previstos nas normas em vigor,
tendo a primeira visita ocorrido no dia 20 de novembro, diferentemente da versão apresentada à imprensa, por sua genitora. O regulamento prevê visitas aos detidos, às quintas-feiras e domingos, no período de 1500h às 1800h.

6. Cabe ressaltar, ainda, que não há qualquer relação entre a atual prisão do SD-FN Luciano e o processo referente ao ex-SD-FN Thales. Em 16 de dezembro de 2004, por determinação do Ministério Público Militar, foi instaurado um IPM, para apurar uma denúncia de crime contra o ex-SD-FN Thales, onde o militar teria sido obrigado a trabalhar após sofrer uma extração dentária. O competente IPM, instaurado pela MB para apurar o fato, teve seus Autos encaminhados à 9ª CJM, que, após avaliação, determinou o seu arquivamento. Atualmente,
o ex-SD-FN Thales, move uma ação de indenização por danos morais contra a União. O SD-FN Luciano figura como testemunha de acusação neste processo
.

Atualmente, o SD-FN Luciano permanece recolhido ao Grupamento de Fuzileiros Navais de Ladário, à disposição da Justiça Militar (9ª CJM).


PAULO RICARDO MÉDICI
Capitão-de Mar-e-Guerra
Diretor do SRPM
 
 

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